CANTO NA TERRA MÃE
Hoje volto a vós, campos dolorosos, órfãos já de trinados e de pegas, nas lembranças que vão andando às cegas, nos trêmulos vapores vagorosos, nas brêtemas bronzeadas de opalino, nas pegadas dos corços temerosos que bebem luz do céu diamantino. Torno a...
LIBRO DAS VILARIÑAS 2017
Abundante foi a participación nesta primeira edición do Certame das Vilariñas 2017 convocado pola Asociación Sociocultural Lareira de Soños e o colectivo poético NPG (Nova Poesía Guitirica), para honrar a figura de Xosé María Díaz Castro, o gran poeta galego nacido...
ANDRÉ DA PONTE A DIAZ CASTRO
#SalvemosACasadeDiazCastro #ACasadaXente Meus muito queridos amigos, há anos, já vão alá muitos anos, que escrevi este soneto do que me orgulho, pois penso que é dos mais belos e sentidos que já escrevi nunca. Espero desculpeis a minha vaidade, mas também é uma...
O FLOREAR DA POESÍA
As palabras entumecidas no inverno do poema recobran a súa feitura florida co bafexo cálido dunha mirada que traspasa as fronteiras do medo. Medra a poesía coma ese río de auga insubmisa que desborda as canles do corpo adormecido e busca unha pel enxoita na que...
INSTANTE DO AMOR CONSUMADO
De mole e suave luz redimidos meus olhos em teus olhos precipitam uma manhã submersa, em que suscitam as tardes onde avivam incendidos. Os brilhos dos caminhos escondidos enchem sonhos e luz possibilitam centelhas de fulgor, onde palpitam as entranhas que escondem...
PRIMEIRO AMOR
Além fonte dos choupos do sendeiro ia a tarde descendo demorada e o suave cheiro na encruzilhada batia ainda no céu soalheiro. De mãos dadas, o rumo era um certeiro rebolar da alegre alma ensimesmada no alabastro sem ondas, e a dourada meiguice terna me fez...
LEMBRANÇA DO AMOR
Os teus olhos guardaram mansamente o doce aroma onde dormiu a rosa tingindo minha lágrima amorosa de ausente bico no meu lábio ardente. No teu silêncio amei docemente o latejo em tua alma temerosa e fechei, já para sempre, a ardorosa ânsia dum suspiro docilmente. E...
Para que serve a poesía?
Achégase o 1 de maio e a cuarta edición de Mondoñedo é poesía. Quen o podería sequera imaxinar o 1 de maio de 2014 cando comezaba esta aventura! Mondoñedo é poesía continúa adiante fundamentalmente por tres motivos. O primeiro, porque hai bos e boas poetas neste noso...
PÓRTICO DA FIRMEZA
Se algum dia, infeliz, triste renego da luz que tu me deste do teu seio que fique tolhida a alma que carreio e me ache sem siso, sombrio e cego. E se algum dia abjuro do aconchego dos bicos que deste em afagueio, vede-se a minha vida no gradeio do esqueço e no...






