TROVADOR
A GIGANTA de Charles Baudelaire (versión galega de André Da Ponte)
Das minhas traduções A GIGANTA Quando a Natura, antanho, cuja força é tanta, a diário gerava o seu ser mais monstruoso, quijera viver eu junto à jovem giganta, qual aos pés da rainha um gato voluptuoso Olhar como o seu corpo e sua alma florecia e...
SEPULTURA de Charles Baudelaire (versión ao galego de André Da Ponte)
Das minhas traduções SEPULTURA Se uma lúgubre noite escura, um bom cristão por caridade, concede-te uma sepultura nos entulhos de alguma herdade À hora em que as estrelas graves os seus cansos olhos fechar, a aranha urdirá suas caves e a cobra andará a criar;...
O HOMEM E O MAR de Charles Baudelaire (traducido ao galego por André Da Ponte)
Das minhas traduções O HOMEM E O MAR Homem livre, sempre has de querer o mar! É como a tua alma, um espelho fulgente na essência infinita do coração ardente e teu espírito é pego a amargurar. Te agrada afundar na tua própria imagem; a cinges com olhos...
DOM JOÃO NOS INFERNOS
Das minhas traduções DOM JOÃO NOS INFERNOS Quando às águas de sub terra Dom João baixar e desde que pagou a Caronte o óbulo extremo, um mendigo, qual Antístenes, de fero olhar e fortes e rijos braços pegou em cada remo. Sob o firmamento...
A VIDA ANTERIOR de Charles Baudelaire (versión galega de André Da Ponte)
Das minhas traduções A VIDA ANTERIOR Muito tempo morei sob um pórtico alto onde os sóis do mar tingia de mil cores, e onde os pilares firmes, dominadores, mudavam à noite em grutas de basalto Chegavam até mim formas de harmonia nas ondas flamejantes e...
A MUSA VENAL de Baudelaire (traducido ao galego por André Da Ponte)
A MUSA VENAL Musa da minha alma, oh! principesca amante, terás no Janeiro dos ventos irados durante as tardes de neve tiritante, pra te quentar um guiço os teus pés gelados? Terás onde aquecer o colo brilhante com mornos raios polos cristais filtrados? Com...
CORRESPONDÊNCIAS de Charles Baudelaires (versión galega de André Da Ponte)
Das minhas traduções CORRESPONDÊNCIAS A natureza é um templo onde vivos pilares podem deixar brotar às vezes palavras confusas; onde o homem passa por sinais de florestas difusas que o vão observando com miradas familiares Como os ecos de longe vão se fundindo os...
UMA ESTAMPA FANTÁSTICA
O espectro singular, fantasma faceto, grotesco porta na testa de esqueleto uma diadema horrenda, enfeite a orná-lo. Sem espora e látego, monta um cavalo fantasma como ele, píleca esquelético que baba polas ventas como epiléptico Furando o espaço para o abismo levados,...







